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Franquia

O que é Franquia? O GUIA DEFINITIVO para empreendedores

Todo empresário já se perguntou “o que é franquia?” e como empreender com esse modelo de negócio, não é mesmo?!

Não… nem todo, meu querubim do capitalismo!

Na verdade, embora seja um conceito muito antigo, os empresários deixam de considerar o modelo de franchising por desconhecerem a fundo esse tipo de negócio.

Só pra você ter uma ideia do quanto se pode aproveitar desse modelo de negócio, um estudo feito pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostrou que, em 2022, o mercado de franquias brasileiro cresceu 14,3% e passou dos R$ 211 bilhões.

Além disso, o mercado de franquias brasileiro consolidou sua recuperação e deu sinais de crescimento no ano passado. O faturamento das redes no país superou os R$ 211 bilhões, um crescimento nominal de 14,3%, índice superior aos 12% projetados pela associação.

Fala se não é um belo de um crescimento?!

Para quem realmente se interessa pelo ramo do empreendedorismo, o modelo de franchising pode ser a virada de chave que faltava para o florescer do mercado brasileiro (e para a independência financeira da sua família).

Mas, vamos logo ao que interessa, porque esse papo inicial foi só pra te contextualizar do potencial que este mercado pode ter!

Dá só uma olhada no que euzinha de melo vou te mostrar sobre franquias:

  1. O que é Franquia?
  2. A história das Franchisings
  3. E como funcionam as franquias no Brasil?
  4. Como escolher uma franquia para investir?
  5. E quais os formatos mais comuns de franquias?
  6. Vantagens e desafios de uma franquia
  7. E o lucro? “money que é good e nóis num heave”
  8. Quais conhecimentos o empresário precisa dominar?

Partiu começar do início?

O que é Franquia?

Bem… foi há 84 anos….

Não, pera… história errada!

Basicamente, a franquia nada mais é do que um modelo de negócio pré-formatado e validado por empresários e clientes.

E fim!

Brincadeira… a franquia, ou modelo de Franchising, é um modelo de negócio que consiste na concessão do direito de uso fornecida pelo proprietário ou proprietários de uma marca a um possível investidor.

Dessa forma, este poderá usufruir e replicar em diferentes locais um formato de negócio reconhecido e bem-sucedido no mercado.

Fácil, não é?

Também vale ressaltar que este tipo de negócio pode ser uma marca, um serviço, um produto ou até mesmo um conceito. Franquias abrangem uma boa quantidade dos negócios brasileiros e têm como principal característica a padronização dos processos, produtos, serviços e atendimento.

É por isso que, independentemente de onde você esteja, uma franquia do MCDonald’s vai ser sempre parecida com a que você costuma frequentar em casa.

Mas, calma que falaremos do MÉQUI mais pra frente…

Um lugar onde se encontram inúmeras franquias são os corredores dos Shopping Centers espalhados Brasil afora!

A loja que tem em um shopping próximo da sua casa, poderá estar em um outro shopping em outro estado, às vezes até em outro país!

Sim, existe essa possibilidade, meu xuxu verde e amarelo!

Agora, pensando especificamente em uma franquia de sucesso, existem dois termos essenciais que todo empresário precisa saber, se quiser entrar e conhecer melhor este meio de negócio.

Quem é o Franqueador?

Neste caso, o franqueador é uma pessoa jurídica detentora dos direitos de determinada marca ou patente, e que formata um modelo de negócio e cede ao franqueado o direito de uso desta marca ou patente e know-how por ela desenvolvidos. O Franqueador também é remunerado pelos franqueados pelo uso deste sistema.

Quem é o Franqueado?

Este é o empresário responsável por adquirir uma franquia, ou seja, é a pessoa que compra uma franquia de alguma marca disponível no mercado de franchising.

Ele ou ela é uma pessoa física ou jurídica que adere à rede de franquias idealizada pelo franqueador, mediante pagamento de um valor correspondente à concessão do direito de uso dessa marca ou know-how.

A maior diferença entre eles é que enquanto o FRANQUEADOR é responsável por toda uma rede de franquias da sua marca, gerenciando-as e garantindo coesão em todas, o FRANQUEADO é àquele que adquire uma licença para utilizar a marca, produtos, processos e todo o conhecimento de mercado do criador da solução.

Agora que já te mostrei como separar o JOIO DO TRIGO, vamos entender um pouco este conceito antigo, mas revolucionário.


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A história das Franchisings

O modelo de franchising que conhecemos hoje, nasceu bem lá atrás, ainda no século 19, na terra das oportunidades. Em 1850, nos Estados Unidos, foi criada a primeira franquia da história, uma marca de máquinas de costura famosa entre as mulheres da época e que, com o passar dos anos se tornou uma das maiores do mercado, a Singer.

 

Ela passou a licenciar outros comerciantes da época para vender o seu modelo de máquina em outras regiões, o que se transformou na maior expansão de uma empresa já vista no mundo.

Mas, de que mente genial saiu essa ideia em uma sociedade onde tudo era tão diferente de hoje em dia, especialmente o comércio?

Bom, o modelo de franquia não possui um criador, afinal, já faz tanto tempo que este modelo de negócio existe que nem mesmo os historiadores conseguem “dar nomes aos bois” quando se trata de franquias.

Mas, se pudermos considerar o modelo que conhecemos hoje como franquia, podemos considerar que foi a Singer Sewing Machine Company e seus gestores, a grande responsável pelo surgimento desse tipo de negócio.

Lembra que eu disse que falaríamos do MCDonald’s? Pois bem… o momento chegou, meus caros!

O que o McDonald’s tem a ver com isso?

Quando nós falamos em franquia de sucesso, algumas marcas sempre vêm à nossa mente porque são a representação desse sucesso.

Algumas marcas de sucesso desse meio são:

  • Carrefour
  • Localiza
  • Cacau Show
  • O Boticário
  • Óticas Carol
  • Chilli Beans

Essas empresas entraram no modelo de franchising e nunca mais saíram justamente pelo retorno positivo que ele proporciona aos empresários Franqueadores e aos Franqueados.

Mas, o que o MÉQUI tem a ver com isso?

Nada! (contém ironia)

Ele na verdade é só um nome de grande peso no mercado de franquias mundial, principalmente pela história ousada e um pouco polêmica do seu crescimento exponencial nos Estados Unidos e no mundo.

Sua história envolve três nomes bem conhecidos dos empresários e do público em geral: os irmãos Richard “Dick” e Maurice “Mac” McDonald e Ray Kroc.

O ceticismo dos irmãos Dick e Mac fez com que uma ideia genial de processo e serviço ficassem limitada a uma única unidade do McDonald’s na Califórnia.

No entanto, em 1954 a entrada de Ray Kroc, um vendedor de porta em porta ambicioso e bem excêntrico, promoveu ao McDonald’s uma expansão nunca antes imaginada pelos seus criadores.

Um ano despois, e incomodado com as limitações impostas pelos irmãos, Ray abre a McDonald’s Corporation e abre sua primeira unidade da rede de fast food (conceito até então desconhecido para a época).

Em dois anos, Ray inaugurou nada mais nada menos do que 18 lojas franqueadas da marca. E muito embora os números da expansão fossem motivadores, o conservadorismo dos irmãos mantinha Ray de mão atadas em algumas decisões.

Foi então que se iniciou uma batalha judicial intensa entre os três e entre muitas idas e vindas, Ray finalmente compra a parte dos irmãos Dick e Mac por US$ 2,7 milhões. Hoje em dia, a marca McDonalds vale mais de US$ 216 bilhões e alimenta 1% da população mundial todos os dias.

Uma história e tanto, não é mesmo?

E sabe o que essa história pode nos ensinar nos dias de hoje?

  1. Não importa sua idade, empreender é sempre uma opção vantajosa
  2. Cuidado com uma marca, patentes e registros são essenciais para sua segurança
  3. Nenhum processo é tão bom que não possa melhorar
  4. Conhecimento e contatos podem levar o seu negócio a todos os continentes
  5. Alianças bem feitas podem elevar o patamar da sua empresa

Tudo bem, você já entendeu a relação da franchising com o sucesso empresarial e até com o MÉUQUI, mas e quando falamos a nível de Brasil?

Vamos falar disso a partir de agora!!

E como funcionam as franquias no Brasil?

Primeiro, o franchising já era uma sensação e uma febre no mundo desde muito antes da ascensão do McDonald’s, como você já viu por aqui. Mas foi somente com essa explosão promovida por Ray Kroc que as empresas começaram a vislumbrar um futuro promissor no franchising.

E muito embora a primeira franquia tenha surgido no Brasil por volta de 1954, na cidade de São Paulo (jura?!), com a escola de idiomas Yázigi Iternexus, foi só na década de 70, junto com o Esquadrão do Tri (referências…), que pudemos enxergar uma organização mais clara do modelo aqui nas terras do café e da cana de açúcar.

 

Alguns exemplos de franquias dessa época nas terras de Pedrinho Rei II são Água de Cheiro, Ellus e O Boticário. Marcas nacionais que deram um boom no mundo do franchising por aqui. Ainda no mesmo período, algumas marcas internacionais começaram a se aconchegar nas oportunidades do mercado brasileiro. Foi o caso do McDonald’s, com sua estratégia de internacionalização da marca.

Para entender o mercado de franquias em Terras Tupiniquins é preciso conhecer um pouquinho melhor o nosso sistema – burocrático – do empreendedorismo brasileiro, e com isso as nossas Leis. Dentre elas, há uma especificamente criada para atender a este modelo de negócios.

A famosa Lei das Franquias

Na década de 80 o movimento do franchising ganhou corpo, forma e força no Brasil, em grande parte por conta dos esforços de marcas como a ABF. Isso porque o número de empresas brasileiras dispostas a implantar este modelo de negócio em suas marcas cresceu a níveis inimagináveis no mercado.

Justamente por conta dessa adesão, foi necessário criar uma Lei que auxilia e regulamenta o modelo de franchising no país. A Lei nº 8.955/1994, criada em 15 de dezembro de 1994 e revogada pela Lei nº 13.966/2019, de 26 de dezembro de 2019.

Dentre os artigos dispostos da revogação da Lei encontra-se a definição legal do mercado:

“…o sistema de franquia empresarial, pelo qual um franqueador autoriza por meio de contrato um franqueado a usar marcas e outros objetos de propriedade intelectual, sempre associados ao direito de produção ou distribuição exclusiva ou não exclusiva de produtos ou serviços e também ao direito de uso de métodos e sistemas de implantação e administração de negócio ou sistema operacional desenvolvido ou detido pelo franqueador, mediante remuneração direta ou indireta, sem caracterizar relação de consumo ou vínculo empregatício em relação ao franqueado ou a seus empregados, ainda que durante o período de treinamento.”

Com a aprovação da Lei das Franquias no Brasil, o franchising teve uma adesão ainda maior do que a praticada até aquele ano. Principalmente por conta da segurança passada aos empreendedores para investir nesse modelo de negócio. Dessa forma, na década de 90 o crescimento no número de franquias em território brasileiro foi considerável.

A Lei das Franquias deixou muito mais claro quais as responsabilidades do FRANQUEADOR e do FRANQUEADO, como o modelo, os valores, as responsabilidades e as taxas praticadas por este tipo de negócio.

Mas relaxa que a gente vai falar de alguns desses pontos a partir de agora!

Existem taxas para ser um franqueado?

Vish, pra ser franqueado tem que pagar taxa?

Ô, meu querubim, se tem uma coisa que o empresário brasileiro está acostumado é com taxas e impostos!

Brincadeiras à parte, é importante que você saiba que não dá pra usar a marca o processo e o sistema de uma empresa consolidada e de sucesso sem pagar por isso, meu anjo.

Então, respondendo ao questionamento inicial: sim, é necessário pagar algumas taxas relacionadas ao uso da marca de um franqueador.

Dá só uma olhada nessas:

1. Taxa de Franquia

Essa é a taxa inicial, uma cobrança feita pelo franqueador ao franqueado logo após a assinatura do contrato de adesão. Ela se refere a um valor fixo e único que corresponde à concessão para o uso da marca e faz parte do investimento inicial para a abertura de uma franquia.

Esse valor funciona como uma ajuda ao Franqueador com os gastos que teve para prospectar sua marca e à seleção de um candidato a franqueado.

Ah, sim… há uma seleção feita por parte dos FRANQUEADORES sobre quem tem potencial financeiro e de gestão para se tornar um franqueado. Isso garante que a marca siga sempre um padrão de excelência e qualidade, tanto no atendimento, nos produtos e serviços oferecidos e no ambiente oferecido ao cliente final.

Tá pensando que é a festa do tomate?!

2. Royalties

Este, talvez seja a mais conhecida das taxas aplicadas no modelo de franchising. Os Royalties são pagamentos periódicos realizados pelos franqueados às suas marcas franqueadoras.

Quase como um aluguel da marca!

Ao contrário da taxa de franquia, paga uma única vez, os royalties são pagos regularmente em função da exploração da marca e do suporte recebido do franqueador.

Dentro da Lei das Franquias eles são mencionados, garantindo mais segurança aos Franqueadores e autorização do uso e exploração da marca pelo franqueado.

Vale lembrar que não há uma periodicidade estipulada para a cobrança desta taxa, que pode ser acordado em contrato com os franqueados.

3. Taxa de instalação

Existem marcas que cobram um valor específico para a instalação da unidade, o que pode variar de acordo com o modelo escolhido pelo franqueado.

Esse valor normalmente é cobrado quando o formato da franquia é uma loja ou um quiosque, que precisam da instalação e montagem de aparatos específicos.

Dessa forma, esse tipo de taxa cobre todo o processo de padronização de uma franquia no formato que você escolheu.

Acesso a treinamento do franqueador

Essa é a parte que eu mais gosto de explicar, porque é aqui que o empresário vai aprender a desempenhar o seu Expeliarmus – no melhor estilo Harry Potter – para fazer a mágica acontecer assim que sua franquia ficar pronta.

 

 

O franqueador fornece suporte e treinamento ao franqueado para ajudá-lo a operar o negócio com sucesso. Isso pode incluir treinamento inicial, orientação na seleção do local, suporte de marketing, fornecimento de materiais, entre outros.

Assim como um atleta de alto rendimento, você, na posição de franqueado de uma marca, precisa ser muito bem treinado para entender os processos, conhecer os produtos, método de serviço, organização da empresa e outros detalhes.

É como em um treino de academia… só se sai bem àqueles que realmente se dedicam nessa fase de treinamento e aplicam tudo o que absorveram no seu dia a dia.

Por isso que no treinamento do franqueador você vai ter acesso a materiais como:

  • Gestão;
  • Vendas;
  • Produto;
  • Serviço;
  • Marketing;
  • Operação do dia a dia.

É importante que você saiba que a franqueadora estará do seu lado em todos os momentos da sua trajetória, especialmente nesse início, que é o momento em que a maioria costuma ter algumas dúvidas.

Direito de usar uma marca de sucesso

Até este ponto você já deve ter notado que ter uma franquia envolve, também, a exploração da marca envolvida no processo, né?!

Se ainda não tinha notado, volta lá no primeiro tópico pra entender melhor como isso funciona!

De maneira geral, ao se tornar um franqueado você adquire o direito de usar uma determinada marca para fins comerciais.

Mas, quando estamos falando de empreendedorismo, este ponto precisa ser muito bem avaliado. Por exemplo:

Quando abrimos uma empresa do zero, temos o desejo de tornar a nossa marca o mais conhecida possível para atrair clientes, seguidores, parceiros etc. Mas isso requer muito tempo e paciência, além de um investimento de tempo e dinheiro considerável em cada um desses pontos para alcançar o patamar desejável.

Agora….

Quando o assunto é abrir uma franquia, a coisa muda de figura, porque todo esse processo se “encurta”, já que você vai adquirir uma empresa com uma marca muito bem consolidada no mercado, conhecida, com uma base de clientes fiéis e tudo isso por um investimento financeiro único.

Franquia é vida, meu querubim verde e amarelo!

Então isso significa que todo tipo de negócio pode virar uma franquia, o que faria os empresários brasileiros nadarem em rios de dinheiro e o país seria uma potência econômica mundial?

Vamos devagar que o santo é de barro!

Todo negócio pode se tornar uma franquia?

Antes de responder essa pergunta com um simples SIM ou NÃO, preste atenção nos modelos de empresas que hoje em dia funcionam com modelo de franquia…

Euzinha de Melo sei muito bem que o sonho de todo empreendedor que busca sucesso é fazer o seu negócio prosperar e o modelo de franchising é uma excelente forma de fazer isso acontecer, não é mesmo?

A questão aqui é quais tipos de negócio se encaixam melhor nesse modelo de negócio.

E aqui já está a resposta para a pergunta inicial, pois nem todo tipo de empresa está PREPARADA para se tornar uma franqueadora.

Mas, como assim preparada?

Para avaliar a maturidade de uma empresa para o mercado de franquias é essencial considerar pontos como o produto ou serviço oferecido, mercado de atuação, processo de vendas, volume de vendas e, principalmente, gestão.

Podemos dizer que uma empresa, por mais madura que seja, pode não estar pronta para se tornar uma franqueadora, enquanto uma outra mais jovem, tenha todos os requisitos necessários para isso, como por exemplo:

  1. Marca reconhecível, devidamente registrada ou que possa ser registrada
  2. Demanda do consumidor
  3. Requisitos regulatórios municipais, estaduais e federais
  4. Sistema de operação do negócio
  5. Desempenho financeiro e participação societária
  6. Cultura central da empresa
  7. Gestão do empresário

Esses são só alguns dos pontos avaliados para considerar uma empresa passível de se tornar uma franquia de sucesso.

E o que o franqueado precisa considerar para escolher uma marca?

Agora que falamos das condições para tornar uma empresa em uma franqueadora, é preciso que você, empresário brasileiro que não desiste nunca e já quebrou algumas vezes, precisa considerar antes de escolher investir em uma marca…

Afinal, ninguém quer que você invista em um problema e parte do processo para evitar isto é conhecer, minuciosamente, o mercado, o serviço ou produto e principalmente a marca que pretende comprar.

Avalie com calma estes itens e invista com sabedoria para usufruir dos benefícios do pagode $ caindo na sua conta:

  • Investimento inicial da franquia;
  • Sua capacidade de gestão;
  • Necessidade de estar ou não presente no negócio;
  • Avaliação da marca pretendida (questões judiciais ou polêmicas);
  • Qual é o público ao qual você tem alcance?;
  • Qual é o seu capital humano pronto para operar agora?;
  • Que tipos de produtos e serviços mais se consomem em sua região?;
  • O quanto você está disposto a arriscar e crescer?.

Esses pontos podem te ajudar a definir entre uma franquia ou outra, bem como escolher entre um modelo mais completo ou algum mais enxuto.

Como escolher uma franquia para investir?

Essencialmente você precisa tem uma motivação principal:

TER VONTADE DE EMPREENDER!

Essa é a regra básica, principalmente quando falamos na escolha de uma franquia de sucesso para investir.

Depois disso, é essencial entender os detalhes, minuciosamente. Desde a parte financeira, passando pelo planejamento do negócio, a reputação da marca, conhecer o mercado, entender o público-alvo e contar com um parceiro que intermeie essa compra.

  • Empreenda com consciência financeira;
  • Escolha uma marca com boa reputação;
  • Estude muito bem o mercado;
  • Conheça o público-alvo e a sua persona;
  • Conte com o auxílio de uma empresa confiável para adquirir sua franquia.

Quais os modelos de franquia que existem?

Depois de ler tudo isso sobre franquias, já se perguntou se o valor de cada uma delas é igual ou muda de acordo com seu tamanho?

Se ainda não se fez essa pergunta, você tá lendo errado hein, meu anjo? Brincadeira!!

Mesmo que não seja possível dizer quanto você deve investir exatamente com uma franquia, é possível entender que, para cada modelo de negócio de franquia há um investimento diferente.

É como ir a uma hamburgueria e pedir um lanche: quanto mais elaborado e completo ele for, mais você precisará pagar para comer, da mesma forma se ele for mais simples e menos complexo, você acabará pagando menos para comê-lo.

O mesmo raciocínio se aplica aos modelos de franquias que existem no mercado hoje em dia, mas pra que você entenda melhor, dá uma olhada nos itens abaixo que Euzinha de Melo me dediquei pra escrever.

Microfranquias

Esse é o tipo de franquia reconhecido pelo valor do seu investimento inicial. Esse modelo de franquia possui custos iniciais geralmente menores do que o modelo de uma franquia de tamanho tradicional, como uma loja, por exemplo.

Franquia virtual

As franquias virtuais são aquelas em que franqueado opera o negócio por meio da internet. Literalmente uma empresa da internet. Isso significa que este empreendedor não precisa, necessariamente, ter um ponto físico para ter a franquia. Dessa forma, ele pode se tornar um distribuidor de produtos ou serviços ou operar localmente com plataformas de franchising que atuam em todo o país.

Franquia unitária

A franquia unitária é um dos modelos mais tradicionais nesse meio de negócio. É o modelo de franquia no qual o franqueado pode abrir uma unidade da marca que está contratando. Quando um empreendedor, por exemplo, abre uma unidade do Subway, ele está contratando uma franquia unitária. Naturalmente, nada impede que esta pessoa tenha mais de uma unidade da mesma franquia.

Entendeu a lógica por trás deste modelo?

Franquia Master

Dentre todas as opções de franquia, a Master é a que requer maior investimento. É um modelo mais comum para empresas que desejam internacionalizar a sua marca ou expandir a sua atuação para outros estados.

É quase como um super franqueado, sabe? É o empreendedor que domina a região…

Tá dominado tá tudo dominado é a música desse empresário!

Assim, ele gerencia várias unidades da empresa na área, que podem ser administradas pelo próprio franqueado, ou então por terceirizados. Em qualquer um dos casos, o empreendedor principal (“dono” da região da franquia) receberá parte da taxa de franquia e royalties cobrados dos demais franqueados.

Nanofranquias

As nanofranquias são modelos de negócio cujo investimento inicial é de até R$ 25 mil, incluindo a taxa de franquias e outros valores relativos ao empreendimento. Sendo assim, este modelo de negócio é voltado para trabalhos em home office ou home based.

Sim, meu anjo, existem franquias home office e eu posso provar… mas só no próximo tópico. Então segura aí!

E quais os formatos mais comuns de franquias?

Se tem uma pergunta que me fazem todo santo dia é essa…

Mesmo conhecendo os modelos de franquias mais comuns os empresários ainda se questionam quais tipos de formatos podem ser adotados por uma franquia, então, para que não haja mais nenhuma dúvida, Euzinha de Melo vou explicar direitinho o que é cada um desses formatos.

Já favorita este artigo porque você vai precisar consultar ele depois, hein?!

Loja física (ponto tradicional)

A queridinha, mais almejada, filha mimada dos pais empreendedores e maior procura quando o assunto é franquia, são as lojas físicas.

Esses são os modelos mais comuns de franquias que existem, porque são completas, oferecem ao empresário maior potencial de ganhos e ao cliente final, uma experiência diferenciada.

No entanto, nem tudo são flores na primavera, meu bem…

Esse formato de franquia é geralmente mais caro que os demais, por isso seu investimento pode ser um pouco mais alto. Para um empresário experiente e com visão de mercado, às vezes optar por investir mais no início para obter os resultados depois vem muito bem a calhar!

Quiosques

Muito comuns em shoppings centers, os quiosques são uma opção interessante de franquia quando você busca um investimento moderado e, ainda sim, com retornos excepcionais.

Por conta do alto volume de pessoas nos shoppings, em especial em datas comemorativas, o quiosque pode ser uma estratégia muito interessante para o empresário que busca investir em franquias.

Mas, é importante que o empresário avalie bem os custos desse formato, porque em alguns casos ele se assemelha muito ao de uma loja física. Então é necessário fazer algumas boas contas e colocar o conteúdo daquela aula de matemática e estatística, que você dormiu, pra jogo.

Home Office? Sério?

Eu não disse que uma hora falaríamos desse formato de franquia?? Pois o momento chegou, meu xuxu do mindset vencedor!

Franquias home office são uma novidade jovem no mercado do franchising, principalmente por conta das suas facilidades. Como o nome já diz, é um modelo no qual o franqueado gerencia e trabalha da tranquilidade do seu lar…

Ora, ora… Temos um Sherlock Holmes!

Esse tipo de franquia só precisa de um computador e internet para funcionar, além disso a flexibilidade desse modelo de franquia atrai centenas de investidores que buscam esse tipo de negócio.

Autosserviço

Esse aqui é o tipo de franquia no estilo “Vem e faz, meu anjo” …

É chamado de autosserviço justamente porque o cliente final consegue se virar tranquilamente sem a necessidade de um funcionário no local. Um exemplo desse tipo de franquia são os mini mercados 24h OXXO.

Essa modalidade de franquia é comum em setores como postos de combustível, lavanderias, locadoras de veículos, locais de autoatendimento em supermercados e lojas de conveniência, por exemplo.

Os estabelecimentos são projetados e equipados para que os clientes possam realizar as suas atividades de forma independente, utilizando máquinas, sistemas automatizados ou instruções claras para operação.

Um local onde você escolhe seu produto, paga e sai sem qualquer interação com algum funcionário. Muitos empresários têm procurado este tipo de mercado justamente por conta da operação extremamente enxuta.

São custos com folha de pagamento que ele(a) não terão em uma operação dessas.

Containers

Esse modelo de franquia você, eu e o Zoboomafoo já vimos em algum lugar desse Brasil de meu Deus.

Nesse formato de franquia, os contêineres são projetados e configurados de acordo com as necessidades do negócio específico, levando em consideração o setor de atuação.

Eles podem ser utilizados para diversos tipos de negócios, como food trucks, cafeterias, lojas de roupas, salões de beleza, escritórios, entre outros.

Essa abordagem é uma alternativa inovadora e flexível para estabelecer uma empresa, aproveitando as vantagens dos contêineres, como mobilidade, custos reduzidos e facilidade de instalação.

Então é foco no container e bora pro sucesso, lírio do vale!!

Bom… como você viu, uma franquia é sucesso para quem está na ponta do franqueador e pra quem está do lado do franqueado.

Mas até aí, eu já tinha avisado, né meu anjo… notícia velha!

Mas, nem tudo deve ser uma maravilha, não é? Na verdade, assim como todo tipo de investimento empreendedor, você precisa considerar prós e contras de se tornar um franqueado ou um franqueador.

Nós listamos alguns pontos pra te ajudar, vai pro tópico abaixo aí, meu xuxu!

Vantagens e desafios de uma franquia

Adquirir uma franquia pode ser uma excelente oportunidade de negócio, mas é importante considerar cuidadosamente os prós e contras envolvidos antes de tomar uma decisão. Vamos explorar os principais benefícios e desafios associados ao investimento em franquias.

E só pra você entender, anjo empreendedor, existem desafios em todos os tipos de negócio, viu?

Ter uma franquia pode oferecer uma série de vantagens e desafios a serem considerados. Ao adquirir uma franquia, você se beneficia do reconhecimento de marca já estabelecida, o que pode resultar em um público-alvo pré-existente e maior probabilidade de sucesso.

Além disso, você recebe suporte e orientação da franqueadora, que geralmente fornece treinamento, diretrizes operacionais e até mesmo assistência na seleção de localização. A franquia também pode permitir acesso a recursos de marketing compartilhados e a economia de escala na compra de suprimentos e equipamentos.

Prós para o investidor em franquia:

  • Modelo de Negócio Estabelecido;
  • Suporte do Franqueador;
  • Marca Reconhecida;
  • Compras Coletivas e Poder de Negociação.

Por outro lado, é importante estar ciente dos desafios. A franquia geralmente envolve o pagamento de taxas iniciais e contínuas à franqueadora, o que pode afetar sua rentabilidade.

Você também estará vinculado às políticas e diretrizes estabelecidas pela franqueadora, limitando sua autonomia e capacidade de tomar decisões independentes. Além disso, o sucesso da franquia pode depender de fatores externos, como a economia local e a concorrência.

Desafios para o empreendedor:

  • Investimento Inicial;
  • Dependência do Franqueador;
  • Taxas e Pagamentos Contínuos;
  • Competição entre Franquias.

Sem querer te desencorajar, mas é fundamental realizar uma análise cuidadosa antes de decidir pela aquisição de uma franquia.

Não me vai sair por aí, comprando franquia como quem compra banana na feira hein, meu bem?!

Avalie suas habilidades (positivas e negativas, viu?), expectativas e recursos financeiros. Pesquise a franqueadora, seu histórico, suporte oferecido e converse com outros franqueados para obter uma visão mais completa do negócio.

Compreender os prós e contras da franquia o ajudará a tomar uma decisão informada e a maximizar suas chances de sucesso no empreendimento.

Tá, mas e quanto dinheiro é possível ganhar com uma franquia?

Calma, Gafanhoto!!

E o “money que é good e nóis num heave”?

Baseada na obra prima de mamonas assassinas, como funcionam os lucros dentro de um modelo de franquia?

Essa é uma das perguntas que os empresários que buscam investir em uma Franquia mais costumam fazer. E dá pra entender, né…

Afinal de contas, se eu quero investir em um negócio que seja rentável, preciso conhecer quais as taxas de lucratividade que este negócio pode me oferecer.

A maioria das pessoas que têm interesse em abrir uma franquia procuram por negócios que possam trazer uma lucratividade realmente interessante.

Mas como será que uma franquia obtém lucro?

Ora, como todas as outras empresas!

 

 

A grande diferença é que em uma franquia, o potencial de lucratividade é muito mais interessante do que em um negócio sem uma história e processos já comprovados.

Só pra que você tenha uma ideia, existem franquias que oferecem lucratividade de 15%, 25%, 30% e às vezes até 60% em cima do faturamento mensal.

Parece interessante, não é?

Mas, o que é faturamento e como ele se difere do lucro?

Diferença entre Lucro e Faturamento

Pra quem vai começar a pensar em um empreendimento, como uma franquia, por exemplo, é essencial entender o que realmente significam esses dois valores.

Mas, fique tranquilo, porque em ambos os casos os pontos são positivos para o empreendedor, embora seja necessária uma avaliação detalhada entre estes dois valores.

Esses valores normalmente estão relacionados e muitos profissionais acabam confundindo seus reais significados, principalmente a interpretação deles.

O que é faturamento?

O faturamento é considerado o valor total das vendas de um negócio. Ou seja, é a soma dos valores que a sua empresa recebeu com a comercialização dos produtos ou serviços prestados.

Mas isso não é lucro, é o valor que a sua empresa faturou, ou seja, quanto sua empresa vendeu.

Então o que é lucro?

Diferente do que muitas pessoas acreditam, o lucro de um negócio não está ligado apenas ao volume de vendas. Essa relação não é equivalente, visto que aumentar as vendas não significa, necessariamente, que você vai lucrar mais.

O lucro é o valor que sobra após a empresa deduzir todos os custos e despesas. Ou seja, é o valor das receitas, menos os custos com a produção, folha de pagamento, impostos etc.

Espera… receita? O que é isso?

A receita é a soma de todos os valores que entraram na empresa dentro de um dado período. Pode envolver o faturamento, as receitas não operacionais, juros recebidos e até mesmo os valores que podem vir de um ativo da empresa que foi vendido, como uma máquina por exemplo.

Quais conhecimentos o empresário precisa dominar

Um empresário precisa dominar uma variedade de conhecimentos para ter sucesso em quaslquer tipo de negócio que ele um dia pensou em tocar. E se engana aquele que pensa que por ser o chefe, o empresário trabalha menos…

Na verdade o nível de responsabilidade de um empresário é extremamente alto, isso porque dentre as suas responsabilidades, está a gestão de todo um time de colaboradores, que possuem família, alguns com filhos e pais idosos para cuidar…

Imagina só a pressão que é cuidar de um negócio para que ele seja lucrativo o suficiente para que todoso os seus colaboradores não fiquem “na mão” em um mês que não teve bons resultados em vendas?

E não é só isso, meu xuxu!

Um empresário que busca sucesso de um negócio, seja ele uma franquia ou um empreendimento próprio, precisa dominar certos tipos de conhecimentos que ninguém ensina quando a ideia de empreender toma conta da nossa mente.

E quem foi que disse que esses conhecimentos e habilidades são simples de se aprender e dominar?

SÓ QUE NÃO!

  1. Gestão de Negócios: Um empresário dos bons, daqueles bonzinho mesmo, precisa ter uma compreensão sólida dos princípios e práticas de gestão de negócios, incluindo planejamento estratégico, finanças, recursos humanos, operações, marketing e vendas. 
  2. Empreendedorismo: Esse é um dos conhecimentos mais importantes para se entender os fundamentos do empreendedorismo, incluindo identificação de oportunidades, criação de modelos de negócios, inovação, gestão de riscos e tomada de decisões. 
  3. Liderança: Habilidades de liderança são cruciais para um empresário. Mas é aquilo, né meu anjo, liderança não é o mesmo que ser chefe. Isso envolve a capacidade de inspirar, motivar e guiar equipes, tomar decisões difíceis, delegar responsabilidades e resolver conflitos. 
  4. Finanças: Ter conhecimentos básicos de finanças é essencial para gerir as finanças do negócio, como orçamento, fluxo de caixa, análise de custos, investimentos e estratégias de financiamento.
  5. Marketing e Vendas: Entender os princípios de marketing e vendas é fundamental para promover e posicionar o negócio, identificar e segmentar o público-alvo, desenvolver estratégias de comunicação eficazes e gerar receitas.
  6. Gestão de Pessoas: Saber como recrutar, treinar, motivar e reter talentos é essencial para construir uma equipe eficaz e promover um ambiente de trabalho saudável.
  7. Conhecimento do Setor: É importante ter um bom entendimento do setor em que o seu negócio está inserido, incluindo as tendências, regulamentações, concorrência e características específicas do mercado.
  8. Inovação e Tecnologia: Acompanhar as inovações e tendências tecnológicas relevantes para o seu setor é importante para se manter competitivo e identificar oportunidades de melhoria e crescimento.
  9. Networking: Construir e cultivar uma rede de contatos profissionais pode fornecer oportunidades de parcerias, aprendizado e crescimento. Saber como construir relacionamentos sólidos é valioso para um empresário.
  10. Resiliência e Gestão do Tempo: Ser um empresário pode ser desafiador, e é importante desenvolver habilidades de resiliência para lidar com adversidades. Além disso, a gestão eficaz do tempo é crucial para maximizar a produtividade e alcançar os objetivos estabelecidos.

Esses são alguns dos conhecimentos e habilidades importantes para um empresário, especialmente se ele for como você, alguém curioso, que lê conteúdos até o final e tem vontade REAL de crescer.

É importante buscar aprendizado contínuo, estar aberto a novas ideias e estar disposto a se adaptar às mudanças do mercado e às necessidades do negócio.

Além disso, é essencial conhecer parceiros que, de alguma maneira possam contribuir com o seu sucesso, seja dentro ou fora de uma empresa.

Mas pra isso existem cursos na internet, e-books aqui no site da 300 e diversos vídeos lá no canal do YouTube que podem te ajudar de alguma forma a desenvolver melhor estes pontos.

E se precisa já sabem, né?

Chama a gente na DM, meu querubim do franchising!

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